Virada no pis e confins

Abril trará a virada no PIS e COFINS - revisão fiscal é o melhor caminho

Fidelis

3/31/20261 min read

A partir de abril de 2026, entram em vigor mudanças significativas e abrangentes que reduzem benefícios e incentivos e isso inclui o fim da isenção total (alíquota zero) de PIS e Cofins para diversos casos, passando a exigir o recolhimento de 10% da alíquota padrão para quem antes estava com alíquota zero em determinadas operações/produtos. As novas diretrizes impactarão a maneira como as empresas administram suas finanças, criando novos desafios e demandas que necessitam de atenção imediata por parte dos gestores.

Na prática, o impacto aparece onde dói mais: margem e fluxo de caixa. A diminuição de benefícios fiscais pode significar uma pressão adicional nas finanças, uma vez que empresas precisarão agora ajustar seus orçamentos para acomodar essas novas despesas fiscais e manter a saúde financeira em tempos de mudança e incertezas.

O que antes era “zero” pode virar custo, e isso pede ajuste de rota em três frentes: são necessários novos métodos, abordagens e estratégias para enfrentar essa nova realidade fiscal. Partindo de análises detalhadas até a implementação de novas práticas, todas as áreas devem estar alinhadas para garantir uma transição suave e eficaz.

✅ Precificação e margem (recalcular o efeito no resultado) - é essencial revisar a estratégia de preços, considerando essas mudanças e como elas afetam os produtos ou serviços oferecidos. As empresas precisam ser proativas na adaptação de sua estrutura de preços para assegurar que a rentabilidade não seja comprometida.

✅ Parametrização fiscal (sistemas, NCM/CFOP/CST e regras de apuração) - as atualizações nos sistemas fiscais e contábeis devem ser prioritárias, garantindo que todas as operações estejam em conformidade com as novas regras e, assim, evitando problemas futuros com a tributação.

✅ Planejamento e rotina (para não virar pendência com a Receita) - uma gestão estruturada torna-se ainda mais crítica neste momento. Ter um plano bem definido que inclua o monitoramento contínuo da situação fiscal ajudará a evitar surpresas desagradáveis e complicações que podem resultar em penalidades e multas indesejadas.

Esse tipo de mudança não é para “ver depois”. É uma questão de planejamento estratégico que deve ser considerado e tratado com seriedade desde já. As empresas precisam estar preparadas, e a implementação de mudanças deve começar imediatamente para garantir que tudo esteja em ordem no momento em que as novas legislações entrarem em vigor.

É para mapear agora e entrar em abril com a empresa organizada sem susto, sem retrabalho, sem multas. O foco deve ser em implementar práticas eficientes e uma comunicação transparente com todos os envolvidos, a fim de minimizar a resistência e maximizar a aceitação das mudanças. Uma abordagem proativa permitirá que as empresas naveguem por essas alterações de maneira mais tranquila.

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